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The Ting Tings

14 nov

É um dueto britânico de rock formado em 2004 por:

 KATIE WHITE - TINGS TINGSKatie White (vocal, guitarra e bombo) e

jules_de_martino_TINGS TINGSJules De Martino (bateria, guitarra, vocal, piano e gatinho)

Foram lançados 4 singles pela Columbia Records e o single “That’s Not My Name” (minha música favorita, até o momento) atingiu a primeira posição no UK Singles Chart em 18 de Maio de 2008. O álbum We Started Nothing foi lançado em 19 de Maio de 2008 e também atingiu a primeira posição no Reino Unido.

Eles fazem músicas alegres, dançantes numa mistura de indie, dance, eletrônica, pop.

Álbuns 2008: TINGS TINGS - CD

We Started Nothing

Singles

2008: “Fruit Machine” – We Started Nothing

2008: “Great DJ” – We Started Nothing

2008: “That’s Not My Name” – We Started Nothing

2008: “Shut Up and Let Me Go” – We Started Nothing

2008: “Be the One” – We Started Nothing

2009: “We Walk” – We Started Nothing

Já faturou vários prêmios de música entre eles o MTV Video Music Awards 2008 como melhor videoclipe britânico com “Shut Up and Let Me Go” e indicado a melhor Videoclipe do ano, que quem acabou ganhando foi: Britney Spears “Piece of Me” .

ting tings festival planeta terraNo último dia 7 de novembro, a dupla tocou no Planeta Terra Festival ao lado de nomes como Sonic Youth, Primal Scream, Copacabana Club, Macaco Bong e N.A.S.A. (que, como sempre, não pude ir!!! – ai, ai! quando é que vou começar a poder ir à esses shows!!! )

Vestibular 2010

14 nov

Atualmente, estou matriculada no curso de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, mas descobri - infelizmente já no finalzinho do curso - que essa não é a profissão que quero ter por toda a minha vida.

No entanto, não tranquei. Me matriculei em apenas uma disciplina, a qual nessa altura já estou reprovada por falta, e, por isso, pude me inscrever para fiscal.

marcaUFRNAcabei de chegar da reunião. Já é a minha terceira vez como fiscal da UFRN. Gosto de todo processo, mas confesso que me inscrevo só pelo singelo pagamento (R$ 144 e uns quebrados) que ajuda bastante no mês de dezembro (o mês do gasta-gasta).

Enfim, desejo sorte à todos os vestibulandos e calma e paciência na hora de fazer as provas!

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Jussara Queiroz

14 nov

Jussara Queiroz

Hoje, 13 de novembro de 2009, uma sexta-feira (uuhhhuuuhhhu!!!) decidi recomeçar o meu extinto blog.

Extinto porque quase não tenho paciência e não sei mexer muito bem nessas coisas de html e tals…. ainda estou num processo lento de aprendizagem.

Mas, enfim, decidi voltar depois que assisti um vídeo na TV Assembléia aqui
do RN, um filme sobre uma cineasta brasileira chamada Jussara Queiroz. Fiquei maravilhada com a sua história e muito feliz em descobri que ela é potiguar. Um orgulho!

Nunca tinha ouvido falar dela, como a maioria das pessoas de nosso estado.

Por isso, me veio a idéia de retomar o meu blog e dividir algumas de minhas descobertas fantásticas que meu estado possui. A partir daí fiz uma pesquisa no Google e achei uma reportagem muito boa que vou compartilhar com vocês aqui:

Jussara Queiroz dedicou carreira profissional ao cinema brasileiro, com garra e iniciativa
Por Alex de Souza

O cinema passou a existir como profissão para Jussara Queiroz no dia em que Augusto Ribeiro Jr. inventou de filmar “Boi de Prata”, no comecinho da década de 70. Ela trabalhou como assistente de montagem do filme, junto com Severino Dada e tinha apenas 17 anos.

O sonho de trabalhar com a sétima arte levou a menina ao Rio de Janeiro, onde matriculou-se no curso oferecido pela Universidade Fluminense para realizar um sonho. “Ela mostrou ter muitas facetas. Ela foi brilhante, tinha um senso de companheirismo, de combatividade e se destacou como militante política. O regime militar tentou fechar o curso e lutou para que isso não acontecesse. Junto Antônio Serra foi a responsável por disseminar a importância do curso em Niterói. Se não fosse por eles, talvez o curso não existisse hoje”, argumenta o diretor Paulo Laguardia.

Nos filmes que realizou, Jussara Queiroz se destacou pela temática e pela engenhosidade. “Seus filmes têm sempre uma dimensão política, social – ela já tocava na questão do meio ambiente. E outra: era muito ‘furona’, sabia conquistar espaço. Trabalhou com Wilson Pereira, com Tizuka Yamazaki. Certa vez, ela foi aos Estados Unidos e deu uma palestra para o alunos de Spielberg. Ela realizou um filme com uma seqüência num mangue e os alunos quiseram saber como ela havia conseguido aquela proeza, porque na cena a câmera vinha numa canoa e depois entrava naquela água suja. Ela explicou que foi do jeito mais artesanal possível, com o equipamento dentro de um saco, mas correndo todo o risco de perder tudo, caso houvesse algum imprevisto”, conta.

Além disso, muitos dos curtas produzidos por Queiroz tiveram reconhecimento internacional. “Ela ganhou um Margarida de Prata, foi premiada pela Ocic – Organização Católica Internacional para o Cinema. Ela recebeu uma homenagem especial no FestBrasília, em 2000. E agora, depois, do meu filme, ela ganhou o Prêmio Cultural Diário de Natal”, lembra.

Durante a carreira, Jussara Queiroz rodou alguns curtas, como “Acredito que o Mundo Será Melhor”, “Fora de Ordem”, “Um Caso de Vida ou Morte”, “Zé Ninguém por Enquanto” e um único curta, “A Árvore de Marcação”, rodado em 1988, mas só lançado em 1995. O filme conta a história de estudantes de direito que se aliam a uma freira para lutar por melhores condições de vida para a população de uma cidadezinha do Nordeste brasileiro. Entre o elenco, os atores Marcélia Cartaxo e Jurandir de Oliveira.

“Ela se destacava por conseguir produzir em condições técnicas e políticas adversas. Era conhecida por suas frases expressivas. Ela não se contentava só em discutir, ela fazia as coisas. Tinha uma capacidade de mobilização espantosa”, ressalta.

Doença

Foi em 1996, durante a realização do curta “O Vôo do Menino Pipa”, que Jussara Queiroz começou a ser acometida por fortes dores de cabeça. Mesmo após várias consultas médicas, nada foi detectado, até que um dia ele entrou em coma. Exames mais detalhados diagnosticaram uma encefalite. “Como ela trabalhava muito, o estresse baixou as defesas imunológicas, então ela acabou contraindo essa infecção oportunista”, explica Laguardia.

files_785_200901292034276ac2Jussara Queiroz (foto ao lado) sobreviveu, mas ficou com sérias limitações físicas. “Hoje ela está bem melhor, mas ainda enfrenta limitações principalmente para falar e para a escrita. Profissionalmente, ela foi forçada a interromper a carreira, mas a vida dela ainda segue”, diz.

A cineasta hoje vive na companhia da família, em Natal. Apesar dos problemas de saúde, leva uma vida normal. “Ela acompanhou as filmagens com uma handicam na mão, gravando tudo”, conta Laguardia. A família ainda não conseguiu concluir o curta.

Fonte:http://www.nominuto.com/vida/cultura/uma-vida-que-dava-um-filme/2566/

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